sábado, 4 de setembro de 2010

Raizes da Depressão

Observa-se que o principal motivo que leva muitas pessoas a se afastarem de Deus, apostatando-se da fé, fundamenta-se em um quadro de decepção e amargura. A amargura nos priva da graça de Deus.


Esse é um aspecto que precisa ser considerado. É curioso constatar que temos uma população equivalente à população dentro das igrejas que esta “fora” da igreja. A quantidade de pessoas apostatadas do evangelho é enorme. Pessoas que conheceram a verdade experimentaram a salvação, compartilharam do poder de Deus e, por causa de decepções ministeriais, sentimentais, abusos de lideres, resistência à correção divina, orgulho denominacional, legalismo, etc., acabaram indo para um lugar de amargura e apostasia, sempre se sentindo, de alguma forma, “injustiçadas”.

Isso explica muito sobre o declínio moral da sociedade. Invariavelmente, pessoas apóstatas se tornam bem piores do que eram antes de experimentarem a Verdade. Por quatro anos, pastoralmente, assistimos um hospital psiquiátrico e, uma das coisas que mais me impressionava, era o alto percentual de “ex-evangélicos”. Eram os mais perturbados.

A apostasia traz uma serie de maldições relacionadas com a desintegração psicoemocional, depressão e pânico. Preste atenção nesses castigos da desobediência:

“O Senhor te ferirá com loucura, com cegueira, e com pasmo de coração” (Dt. 28:28)


“...O Senhor ali te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida. Pela manhã dirás: Ah! Quem me dera ver a tarde; E à tarde dirás: Ah! Quem me dera ver a manhã! Pelo pasmo que terás em teu coração, e pelo que verás com os teus olhos” (Dt.28:65-67)

“E, quanto aos que de vós ficarem, eu lhes meterei pavor no coração nas terras dos seus inimigos; e o ruído de uma folha agitada os porá em fuga; fugirão como quem foge da espada, e cairão sem que ninguém os persiga” (Lv.26:36)

- Condenação

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós” (Mt.7:1,2).

Quando não perdoamos, tornamo-nos vulneráveis para praticar o mesmo mal que sofremos. Nosso principais erros têm a mesma natureza dos erros que não perdoamos. Essa Lei foi bem evidenciada pelo apostolo Paulo. “Tu que julgas, praticas o mesmo” (Rm 2:2)





Janaina Ritsuri

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